Este livro postado hj sobre a esfera pública global reflexiva é uma resposta à globalização pela via da reflexão cultural crítica do processo do crescimento e expansão econômica. Sua consistência acompanha o que já ocorre em algumas partes do mundo e é teórica e praticamente apresentável no modo de reconstrução do mundo cultural [da "vida"], no processo de modernização reflexiva.
Só a concepção já é interessante. Diante da estilhaçamento no processo, há uma ação possível, razoável e organizada.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
domingo, 8 de junho de 2014
EUROPA - ABERTURA PARA O MUNDO
A POLÍTICA EUROPÉIA DEVERIA SER DE ABERTURA PARA O MUNDO, DE PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA E DAS POLÍTICAS SOCIAIS... E NÃO DE TEMER O MUNDO, DE CORTAR A COOPERAÇÃO E SER ASSISTENCIALISTA APENAS E APOIAR GUERRAS E OTAN. Desde a COP 15 na Dinamarca que houve uma retração da europa na participação mundial política e cultural, uma coisa entimidada. A política de cooperação econômica e científica-tecnológica foi cortada e quem liderou isto foi o representante das relações exteriores da Alemanha. Foi e é um equívoco. Porque a social democracia não é algo válido e funcional hj? Pois se é justamente isto o que há de melhor, o que se espera da sociedade e da democracia.
A europa precisa se abrir de novo, mostrar seus valores democráticos e humanistas, e sociais. Deixar de favorecer biçlhonários do sistema financeiro e produtivo; deixar de seguir os eua, que tem sua política econômica atrelada aos financiamentos exteriores. Deveria comprar os títulos das dívidas dos estados e aliviar os países em sua gestão para o crescimento deles e da renda da população. Deixar pra lá os EUA. Há enorme equívoco até ideológico aqui.
O que há é uma política muito conservadora. Tem de mudar isto.
A europa precisa se abrir de novo, mostrar seus valores democráticos e humanistas, e sociais. Deixar de favorecer biçlhonários do sistema financeiro e produtivo; deixar de seguir os eua, que tem sua política econômica atrelada aos financiamentos exteriores. Deveria comprar os títulos das dívidas dos estados e aliviar os países em sua gestão para o crescimento deles e da renda da população. Deixar pra lá os EUA. Há enorme equívoco até ideológico aqui.
O que há é uma política muito conservadora. Tem de mudar isto.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
MUDAR A ESTRATÉGIA NA EUROPA
Fazer uma política de austeridade que defenda o capital mas que seja uma liberdade de propriedade apenas, só de poder, é um valor tb. mas que pode ser criticado. Quando se pretendeu ser apenas um poder na relação com o mundo da economia global e o restante da europa, abriu-se mão da participação dos europeus, da europa e isto é antidemocrático, uma estratégia ruim, inclusive em termos econômicos, pois é preciso que os outros países e populações tenham como ficarem bem e sair da crise e participarem da globalização. Um paternalismo estranho que acaba em burrice, dá margem ao xenofobismo, nacionalismo burros, preconceitos na política, fascismos.
VALORES E PRINCÍPIOS NA POLÍTICA
Quando se está falando de solidariedade não é , aqui, uma compaixão, uma ajuda aos outros países. Estou falando em valor, em princípios, em lutar pelo bem estar social, em lutar pela democracia e, por isto, ter posições políticas pelo regime democrático que é a pluralidade e partidos, a liberdade política e social: isto é um bem, um valor. E é racional. Ouça a eleição que levou à coalizão socialdemocrata com a CDU, pois que se busca esta integração política. Estou falando, inclusive, de defender a solidariedade como valor!
Para que as posições políticas em suas relações com a economia sejam favoráveis à democracia, ao bem comum, à participação popular, social, aos interesses do cidadão, do que ele quer para a sociedade da qual faz parte, da união européia e do mundo. Está se preocupando com os outros países da união européia e, não, dizer que são uns folgados, que não trabalham, uns preguiçosos. Isto é preconceito que leva ao racismo quando a crise financeira é o problema de fato, um problema tão grave que se tem de ter políticas próprias para superá-la. Então, a liberdade do governo é de suas políticas diante da realidade econômica da crise. Não vamos falar, agora, de preconceitos xenófabos.
Para que as posições políticas em suas relações com a economia sejam favoráveis à democracia, ao bem comum, à participação popular, social, aos interesses do cidadão, do que ele quer para a sociedade da qual faz parte, da união européia e do mundo. Está se preocupando com os outros países da união européia e, não, dizer que são uns folgados, que não trabalham, uns preguiçosos. Isto é preconceito que leva ao racismo quando a crise financeira é o problema de fato, um problema tão grave que se tem de ter políticas próprias para superá-la. Então, a liberdade do governo é de suas políticas diante da realidade econômica da crise. Não vamos falar, agora, de preconceitos xenófabos.
Assinar:
Postagens (Atom)