Quando se está falando de solidariedade não é , aqui, uma compaixão, uma ajuda aos outros países. Estou falando em valor, em princípios, em lutar pelo bem estar social, em lutar pela democracia e, por isto, ter posições políticas pelo regime democrático que é a pluralidade e partidos, a liberdade política e social: isto é um bem, um valor. E é racional. Ouça a eleição que levou à coalizão socialdemocrata com a CDU, pois que se busca esta integração política. Estou falando, inclusive, de defender a solidariedade como valor!
Para que as posições políticas em suas relações com a economia sejam favoráveis à democracia, ao bem comum, à participação popular, social, aos interesses do cidadão, do que ele quer para a sociedade da qual faz parte, da união européia e do mundo. Está se preocupando com os outros países da união européia e, não, dizer que são uns folgados, que não trabalham, uns preguiçosos. Isto é preconceito que leva ao racismo quando a crise financeira é o problema de fato, um problema tão grave que se tem de ter políticas próprias para superá-la. Então, a liberdade do governo é de suas políticas diante da realidade econômica da crise. Não vamos falar, agora, de preconceitos xenófabos.
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